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Publicado: 12 Outubro 2020
Conteúdo é direcionado aos pais, com filhos a partir dos dois anos de idade, e conta com informações técnicas para uma dieta vegetal reconhecida como saudável em todos os ciclos da vida.
A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) - por meio do Departamento de Saúde e Nutrição - anuncia o lançamento do seu novo Guia Alimentar Vegetariano para crianças acima dos dois anos de vida e adolescentes até os 18 anos. Além de servir como referência para pais preocupados em oferecer uma alimentação mais saudável aos filhos, o material servirá ainda como complemento ao Guia Alimentar para crianças com até dois anos de idade, lançado pela SVB, no início de 2019. As iniciativas também buscam eliminar mitos e promover informação de qualidade que contribua com a formação de hábitos saudáveis desde a infância.






Políticos engajados no tema podem assinar o documento, que combate a crueldade animal e incentiva a alimentação saudável; lista com as adesões ficará disponível ao público na internet.
Os feijões são mundialmente reconhecidos por sua riqueza nutricional e versatilidade culinária. O que talvez poucas pessoas saibam é que eles fazem parte do grupo das leguminosas. Isso mesmo. A lista inclui os feijões preto e carioca, a lentilha, o tremoço, o grão de bico, a soja e a ervilha, cujas histórias se confundem com a da humanidade. Um estudo da Embrapa denominado Arroz e Feijão, explica que a existência dos tipos domesticados de feijoeiros foram datados há cerca de sete mil anos antes de Cristo (a.C.), na Mesoamérica, e se espalharam posteriormente por toda a América do Sul.
Realmente, respeitar os animais, preocupar-se com as mudanças climáticas, com agricultura sustentável e com a própria saúde são temas de interesse crescente e ainda bem que tenha virado moda. Esperamos que seja uma moda que chegue a todas pessoas, pois as respostas climáticas e pandêmicas estão nos alertando diariamente sobre a urgência de mudança dos nossos antigos hábitos.
Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE, também aponta alta nos gastos com carnes e alimentos preparados; piora nutricional ameaça economia e preocupa especialistas.